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Contraceção de Emergência

Contraceção de Emergência
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  • 7 de Novembro de 2014, 09:53

Quando é que uma mulher precisa de tomar a contraceção de emergência?
Depois da relação sexual sem proteção ou se houver falha do método habitual (por exemplo, rutura do preservativo ou esquecimento da pílula).
Mesmo as mulheres que têm contra-indicações para o uso habitual da pílula podem fazer a contraceção de emergência com segurança, porque a dose é única e de curta duração.

Quando é que a contraceção de emergência deve ser tomada?
Dentro das 72 horas e, no máximo, até ao 5.º dia.

A contraceção de emergência é eficaz?
A eficácia é tanto maior quanto mais cedo for usada a contraceção de emergência. O risco de gravidez é 4 a 8 vezes superior quando não se utiliza a contraceção de emergência.

A contracepção de emergência tem efeitos secundários?
A contracepção de emergência é, geralmente, bem tolerada. No entanto, podem surgir algumas queixas, após a toma da contracepção de emergência, como: náuseas e vómitos (25% das mulheres podem sentir náuseas e dessas apenas metade poderá ter vómitos); tensão mamária; cefaleias (dores de cabeça); tonturas; fadiga; diarreia; pequenas perdas de sangue.
Estes sintomas, que não estão associados, habitualmente, a qualquer problema, tenderão a desaparecer. Se estiver preocupada com algum destes efeitos, consulte um profissional de saúde.

A contraceção de emergência tem implicações na saúde da mulher?
A contraceção de emergência é segura para a saúde da mulher. A pílula do dia seguinte, como também é conhecida, não está associada a infertilidade, má formação fetal ou risco aumentado de gravidez fora do útero, como por vezes se ouve dizer. Mesmo nas mulheres que necessitaram de tomar mais do que uma pílula do dia seguinte, no mesmo ciclo menstrual, não foram relatados efeitos adversos graves.

(Ler artigo a íntegra na versão impressa do Jornal Nordeste)


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Redação