Jogo quente
O caso do jogo aconteceu ao minuto 45 quando Rato marca, de livre directo, o golo do empate, 1-1, mas o árbitro assinala livre indirecto, pelo menos o gesto técnico fez ou seja levantou a mão.
Já na segunda metade faltaram mostrar alguns amarelos, Meca esteve perto de ver o segundo. Carlos Meco parece ter perdido o controlo do jogo, este tornou-se mais físico do que técnico.
Na primeira parte, controlada pela equipa da casa, apesar de o Argozelo ter tido mais posse de bola, estiveram em destaque os guarda-redes das duas equipas. Ao minuto 11’ Mestre faz a defesa da tarde e nega o golo a Ricardo Diz. Já os 42’ minutos, Vítor testa os reflexos de Gemas que responde com uma excelente defesa.
No tempo complementar, a partida tornou-se bastante dura. O jogo estava em aberto e o Argozelo determinado a não perder a liderança, enquanto o Rebordelo queria continuar a morder os calcanhares às equipas cimeiras na tabela classificativa. O segundo golo do Argozelo deu mais motivação aos forasteiros mas também aos locais que nunca baixaram os braços.
Faltava um minuto para os 90’ quando Michel faz o 2-2 fixando o resultado final.
A divisão de pontos faz o Argozelo descer para a segunda posição e coloca o Rebordelo no quinto lugar.
Reacções
Nuno Loureiro – Técnico Rebordelo
“São pequenas faltas, pormenores que podem fazer a diferença no jogo. Os jogadores do Argozelo, com alguma experiência, souberam fazer bem o trabalho deles. O árbitro foi marcando faltas que não existiam e para nós não foi bem assim. Mas prefiro não entrar por aí”.
Tonhi – Técnico Argozelo
“A nossa equipa fez o jogo que lhe competia. Falhamos muitos golos e eles na primeira vez que foram à baliza marcaram. Agora no final fazem um golo que não se percebe. Estão três jogadores fora de jogo e o árbitro valida o golo”.
