Desemprego em Bragança é heterogéneo
Jornal Nordeste (JN) – O desemprego tem atingido níveis históricos em Portugal e Bragança não é excepção. Perante o aumento do número de desempregados na região, que medidas estão a ser adoptadas pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Bragança para a inserção destas pessoas no mercado de trabalho?
Cristina Ribeiro (CR) – O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) prossegue o objectivo de optimizar a sua principal atribuição: ajustamento entre procura e oferta de emprego. Tem procurado adoptar os mecanismos que melhor sirvam esta premissa, facultando um conjunto de instrumentos agilizadores dos procedimentos. Paralelamente, o IEFP é o executor de programas e medidas de apoio ao emprego e/ou formação.
Ao Centro de Emprego e Formação Profissional de Bragança, como a qualquer outra unidade orgânica local do IEFP compete primordialmente a execução destas medidas, visando a satisfação das necessidades dos nossos clientes. Esta execução compreende várias atribuições subjacentes: informação, divulgação, acolhimento, encaminhamento, qualificação, integração, avaliação e ajustamento.
o constituiu uma resposta amplamente reconhecida no “mercado”, preconizando um instrumento valorizado quer pelas entidades empregadoras, quer pelos desempregados qualificados.
Não esgotando as respostas tipificadas do IEFP e tendo em consideração determinadas discrepâncias entre as necessidades do mercado de trabalho e algumas formações académicas, o serviço público de emprego e formação propõe a aquisição de competências complementares. O recurso a percursos de formação específicos – Vida Activa, no âmbito da Formação Modular – tem o objectivo de capitalizar novas competências, tendo em vista soluções futuras de empregabilidade, bem como potenciar opções de empreendedorismo e inovação indexados a novas iniciativas empresariais.
No âmbito desta medida, e para dar resposta às necessidades dos desempregados com habilitação de nível superior, estão a ser estabelecidos acordos com escolas e academias de ensino superior.
(ler entrevista na íntegra na edição impressa ou pdf)
