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A castanha já caí, mas a Cacovin continua encerrada

A castanha já caí, mas a Cacovin continua encerrada
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  • 7 de Novembro de 2013, 11:00

Foi há cerca de um ano que um grupo francês comprou a Cacovin, em Vinhais. Na altura, a compra da fábrica foi vista como um milagre pelo presidente da Câmara Municipal, porque iria criar 50 postos de trabalho, mas até à data nada aconteceu. “A dimensão do projecto é um impulso para a economia do concelho e, até, da região. Numa altura em que fecham fábricas por todo o País, abrir uma fábrica em Vinhais, que recruta 50 pessoas de uma só vez é quase um milagre”, enfatizou, na altura, Américo Pereira. Um ano depois, o autarca lamenta que o projecto ainda não tenha avançado, mas acredita que a abertura da fábrica em breve. “De facto existe uma unidade de transformação de castanha no concelho de Vinhais que está concluída, penso eu. Trata-se de um investimento privado que ainda não arrancou da forma que nós todos desejaríamos. Seria conveniente que isso acontecesse, mas penso que abrirá o mais brevemente possível”, explica.

Postos de trabalho

O autarca garante que o que está em causa não é o escoamento da castanha dos produtores do concelho, mas a criação de emprego. “O que está em causa não é a venda da castanha por parte dos agricultores. Não há nenhum agricultor que fique com a castanha em casa por vender. Aliás, hoje já nem deixam chegar as castanhas a casa, pois temos os ajuntadores que procuram as castanhas no souto”, recorda o edil. No entanto, o autarca lamenta o facto de não terem surgido as prometidas oportunidades de trabalho.
O Jornal Nordeste esteve à porta da unidade, na Zona Industrial de Vinhais, e constatou que a empresa permanece fechada. Apesar dos esforços, não foi possível chegar à fala com o administrador da Cacovin.

Destaque
O que está em causa não é o escoamento da castanha dos produtores do concelho, mas a criação de emprego

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Redação