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Empate ajusta-se ao que se passou em campo

Empate ajusta-se ao que se passou em campo
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  • 1 de Outubro de 2013, 11:30

Quem se deslocou a Viana do Castelo assistiu a um futebol muito pensado, bem desenhado e executado, com largura e profundidade, velocidade, emotividade, tanto de cautelas como atrevimento, a que só faltaram os golos, apesar de ambos os conjuntos terem tentado tudo para concretizar. No entanto, ambas as formações preocuparam-se primeiro em defender bem para não sofrer.
Mais posse de bola e despesas do jogo para os minhotos, mais pragmatismo, automaticidade e magia para os trasmontanos, acabando causas e consequências por ser iguais para ambas as equipas, de blocos muito juntos, baixos e a desdobrarem-se como um harmónio na transição não concedendo espaços.
Com os espaços todos cortados pela eficiência da organização adversária, o empate acaba por ser o resultado mais justo, já que nenhuma destas equipas merecia perder, embora João Amaral, Fábio Fortes e Djibril tenham, nos únicos lances em que conseguiram soltar-se de marcações e feito magia, tenham não aproveitado como é habitual.
Quanto aos árbitros, um trabalho de excelente qualidade estragado pelo uso e abuso de cartolinas. Estiveram bem em interromper para amarelar um convite para café, melhor em analisar como ressalto que foi, o alegado atraso para o guarda-redes com este a defender a acabar a partida.

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Redação