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Autarquia auxilia vítimas do incêndio

Autarquia auxilia vítimas do incêndio
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  • 7 de Agosto de 2013, 09:02

O vereador da autarquia, António Pimentel, garante que vão ser distribuídas 120 toneladas de palha pelos criadores de animais do concelho afectados pelo incêndio.
“A Câmara entendeu suprir algumas dificuldades que se faziam sentir ao nível da alimentação dos animais, nomeadamente em Meirinhos e Quinta das Quebradas”, realça o autarca.
Alguns rebanhos tiveram mesmo que sair da Quinta das Quebradas por falta de pasto. “Mudaram para pastos cedidos noutras aldeias, nomeadamente em Tó”, acrescenta. António Pimentel diz que as pessoas não podiam estar à espera das ajudas que foram prometidas pelo Governo.
“Sabemos que o Governo e os Ministérios demoram o seu tempo a fazer os levantamentos, também mais virados para a floresta e culturas arvenses. Por isso, entendemos o que o mínimo que podíamos fazer nesta altura era ao nível da alimentação dos animais”, salienta o vereador da Câmara de Mogadouro.
Para além da alimentação para os animais, a autarquia também não vai cobrar a factura da água relativa ao mês de Julho às populações das aldeias da Quinta das Quebradas e Estevais, que foram as mais fustigadas pelo fogo. “Estas pessoas foram obrigadas a gastar mais água do que o normal por causa do incêndio”, lembra o autarca.
Os prejuízos deste incêndio rondam os cinco milhões de euros nos concelhos de Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta.
“O levantamento que fizemos só ao nível das construções, máquinas e também parte de uma casa rondará os 200 mil euros. Foi essa a estimativa que fornecemos à Segurança Social”, remata António Pimentel.Mogadouro
Autarquia auxilia vítimas do incêndio

A Câmara Municipal de Mogadouro aprovou ajudas de emergência para as pessoas afectadas pelo grande incêndio que queimou mais de 13 mil hectares no sul do distrito. O vereador da autarquia, António Pimentel, garante que vão ser distribuídas 120 toneladas de palha pelos criadores de animais do concelho afectados pelo incêndio.
“A Câmara entendeu suprir algumas dificuldades que se faziam sentir ao nível da alimentação dos animais, nomeadamente em Meirinhos e Quinta das Quebradas”, realça o autarca.
Alguns rebanhos tiveram mesmo que sair da Quinta das Quebradas por falta de pasto. “Mudaram para pastos cedidos noutras aldeias, nomeadamente em Tó”, acrescenta. António Pimentel diz que as pessoas não podiam estar à espera das ajudas que foram prometidas pelo Governo.
“Sabemos que o Governo e os Ministérios demoram o seu tempo a fazer os levantamentos, também mais virados para a floresta e culturas arvenses. Por isso, entendemos o que o mínimo que podíamos fazer nesta altura era ao nível da alimentação dos animais”, salienta o vereador da Câmara de Mogadouro.
Para além da alimentação para os animais, a autarquia também não vai cobrar a factura da água relativa ao mês de Julho às populações das aldeias da Quinta das Quebradas e Estevais, que foram as mais fustigadas pelo fogo. “Estas pessoas foram obrigadas a gastar mais água do que o normal por causa do incêndio”, lembra o autarca.
Os prejuízos deste incêndio rondam os cinco milhões de euros nos concelhos de Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta.
“O levantamento que fizemos só ao nível das construções, máquinas e também parte de uma casa rondará os 200 mil euros. Foi essa a estimativa que fornecemos à Segurança Social”, remata António Pimentel.

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