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Trauma das bolas paradas

Trauma das bolas paradas
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  • 8 de Maio de 2007, 09:39

Na 2.ª metade, o Diogo Cão soltou-se mais, abriu o jogo e meteu a 5.ª velocidade. Por conseguinte, Hélio bisou aos 46 e 48’, na sequência de dois lances de bola parada.
O irrequieto extremo direito, António Ribeiro, aumentou para 0-3, desproporcionando o placar. Mas, 5’ volvidos, Tiago II reduz o marcador, na recarga ao remate do capitão Genê.
O golo ressuscitou os objectivos da casa e foram muitas as bolas bombeadas para a área visitante, a esbarrarem, quase sempre, nas torres vila-realenses. Numa altura em que os locais jogavam só com o coração, António Ribeiro aplica o 4.º golo, fazendo moça no orgulho nordestino.
Campo do CEE

Árbitro – João Silva (AF Braga)

Bragança – Nelson; Ice, Joga Bem, Luís Pires, Cavaleiro, Tiago II, Pizzi, Genê, Luís Paulo, Potente, Xico.
Treinador – Norberto Antas

Diogo Cão – Pedro; Mário, Rafael, António Ribeiro, Leandro, Fábio, André, Hélio, António Fernandes, João Felício e Luís Tiago.
Treinador – Jorge Almeida

Ao intervalo – 0-0
Marcadores – Hélio (2), António Ribeiro (2) e Tiago II.


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Redação