Região

Trabalho do matadouro reforçado

Trabalho do matadouro reforçado
Imagem do avatar
  • 9 de Maio de 2006, 14:17

Segundo o presidente do Agrupamento de Defesa Sanitária (ADS), Luís Afonso, a raça mirandesa chegou a representar 33 por cento dos abates feitos em Bragança, pelo que a sua saída fez disparar os prejuízos do matadouro.
O objectivo da empresa Terra Fria Carnes é apresentar-se no mercado com uma maior agressividade, para conseguir competir com os restantes operadores.
A invasão do mercado transmontano com a carne espanhola é, segundo Luís Afonso, uma nova realidade, que só poderá ser enfrentada com uma estrutura empresarial mais forte.
Desta forma, o regresso dos bovinos mirandeses pode ajudar na diminuição das perdas do matadouro de Bragança que, no ano passado, foram superiores a 100 mil euros.
Quanto aos motivos que levaram a CAPM a retomar os abates na unidade da capital de distrito, Fernando Sousa afirma que a cooperativa nunca pôs de parte a possibilidade de voltar a trazer animais ao matadouro de Bragança, desde que estivessem reunidas as condições necessárias.
O responsável acrescentou, ainda, que é importante que aquela unidade se mantenha aberta, apresentando um serviço de qualidade.

Proponha um artigo de opinião:
info@pressnordeste.pt
Abrir
Imagem do avatar
Written By
Redação