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	<title>Arquivo de Vinhos - Nordeste</title>
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		<title>Jovem produtor de Trás-os-Montes soma prémios internacionais e aposta em expansão com nova quinta em Vinhais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 08:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal Wine Trophy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Frederico Jacinto, um jovem produtor de Trás-os-Montes, viu três dos seus vinhos serem distinguidos no Portugal Wine Trophy, um dos mais prestigiados concursos internacionais do setor, que reuniu cerca de 1200 vinhos de 35 países. A região transmontana destacou-se na competição com 52 medalhas atribuídas aos seus vinhos, num evento que contou com jurados de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Frederico Jacinto, um jovem produtor de Trás-os-Montes, viu três dos seus vinhos serem distinguidos no Portugal Wine Trophy, um dos mais prestigiados concursos internacionais do setor, que reuniu cerca de 1200 vinhos de 35 países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região transmontana destacou-se na competição com 52 medalhas atribuídas aos seus vinhos, num evento que contou com jurados de 14 nacionalidades e que voltou a colocar o território no mapa da excelência vitivinícola internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os vinhos distinguidos do brigantino Frederico Jacinto estão um tinto de 2024, premiado com medalha de ouro, e ainda um tinto de 2025 e um branco de 2025, ambos com medalha de prata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o produtor as distinções representam uma validação importante do trabalho desenvolvido. “É um orgulho grande, tenho a certeza que estou a fazer um grande trabalho”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formado em Viticultura e Enologia, Frederico Jacinto regressou a Trás-os-Montes após experiências fora da região e decidiu apostar na criação da sua própria marca, num contexto marcado pela falta de oportunidades no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto “Frederico MJ” nasceu de forma artesanal, com pequenas produções e vinhas arrendadas em São Pedro Velho, no concelho de Mirandela, tendo evoluído progressivamente para uma estrutura mais consolidada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a produção ronda as 7000 garrafas entre tintos, branco e rosé, ainda em escala reduzida, o que obriga a uma gestão cuidada da distribuição.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="976" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/frederico-2-1024x976.jpg" alt="" class="wp-image-334234" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/frederico-2-1024x976.jpg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/frederico-2-300x286.jpg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/frederico-2-768x732.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/frederico-2-1536x1464.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/frederico-2.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O grande passo do projeto passa agora pela aposta na Quinta do Escairo, no concelho de Vinhais, uma propriedade com “cerca de 70 hectares”, onde o produtor pretende aumentar significativamente a produção e diversificar a atividade. “Aluguei agora a Quinta do Escairo, com a intenção de aumentar a produção e realizar outros eventos lá na quinta”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão de Frederico Jacinto vai muito além da produção de vinho. O objetivo é transformar o espaço num polo de enoturismo e experiências ligadas ao território, combinando vinho, gastronomia e eventos. Entre os planos estão provas de vinho, jantares vínicos e experiências de enoturismo, mas também eventos de maior dimensão. “Também quero ali realizar caça turística e, com o tempo, poder fazer eventos como casamentos e batizados”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta expansão surge também como resposta à necessidade de crescimento do negócio e de maior estabilidade produtiva, depois de alguns anos a trabalhar com vinhas arrendadas. “Se não fosse este projeto tinha saído da região, porque não estava a haver outra opção que me prendesse cá”, reconheceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os vinhos que integram o projeto de Frederico Jacinto, o tinto reserva 2025 ocupa um lugar especial, não apenas pela sua construção enológica, mas sobretudo pelo significado pessoal que transporta. Este vinho distinguir-se-á por um estágio prolongado de cerca de 14 meses em barricas de carvalho francês, mas é, acima de tudo, uma homenagem familiar. “O rótulo tem a imagem do meu avô, é uma homenagem a ele”, explicou Frederico Jacinto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o jovem produtor, esta é uma forma de agradecer a influência que o avô teve no seu percurso. “Era uma pessoa a quem estava muito ligado e acho que sem os conselhos dele não chegaria onde estou”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto do crescimento da marca, este tinto reserva assume-se como um dos vinhos mais simbólicos do portefólio de Frederico Jacinto.</p>
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