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	<title>Arquivo de Trás-os- Montes - Nordeste</title>
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	<title>Arquivo de Trás-os- Montes - Nordeste</title>
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		<title>Greve nas Conservatórias fecha serviços em vários concelhos do distrito de Bragança</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/06/12/greve-nas-conservatorias-com-adesao-superior-a-83-fecha-servicos-em-varios-concelhos-do-distrito-de-braganca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Loja do cidadão]]></category>
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		<category><![CDATA[Trás-os- Montes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o sindicato, estiveram encerradas a Conservatória do Registo Civil, Predial e Automóvel de Mirandela e as Conservatórias do Registo Civil, Predial e Comercial de Miranda do Douro, Vimioso, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros e Mogadouro.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A greve dos trabalhadores das Conservatórias e Lojas de Cidadão registou uma adesão nacional de 83,67% no terceiro dia de paralisação, segundo dados divulgados pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRN). No distrito de Bragança, a adesão teve um impacto considerado “particularmente expressivo”, com o encerramento de vários serviços de registo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o sindicato, estiveram encerradas a Conservatória do Registo Civil, Predial e Automóvel de Mirandela e as Conservatórias do Registo Civil, Predial e Comercial de Miranda do Douro, Vimioso, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros e Mogadouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nível nacional, o STRN refere que a greve voltou a provocar constrangimentos em diversos distritos, entre os quais Guarda, Porto, Portalegre, Lisboa, Aveiro, Leiria, Coimbra, Vila Real, Santarém e Setúbal, onde muitas conservatórias permaneceram encerradas ou com limitações no atendimento ao público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sindicato atribui a paralisação ao que considera ser o incumprimento, por parte do Governo, de um conjunto de medidas urgentes para o setor dos Registos. Em comunicado, a estrutura sindical sustenta que os serviços enfrentam uma falta estrutural de recursos humanos e um agravamento das condições de funcionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o STRN, existem atualmente carências de 2.731 Oficiais de Registo e de 270 Conservadores em todo o país, situação que, afirma, está a colocar os serviços “à beira da rutura”. O sindicato considera que o problema resulta de anos de desinvestimento, da perda de atratividade das carreiras e da ausência de medidas estruturais para reforçar os quadros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura sindical contesta também os números avançados pelo Executivo relativamente ao reforço de pessoal. De acordo com o STRN, das 485 vagas anunciadas pelo Governo, 430 já estavam previstas em concursos anteriores ou resultam de procedimentos já existentes, pelo que o reforço efetivo corresponderia a apenas 55 trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sindicato refere ainda que, desde o início da atual legislatura, o setor perdeu 635 Oficiais de Registo e 43 Conservadores, tendo entrado apenas 130 Oficiais, o que representa um saldo negativo de 505 Oficiais e 43 Conservadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante este cenário, o STRN defende a implementação de um plano de recrutamento extraordinário e calendarizado para evitar o colapso dos serviços. A estrutura alerta que a falta de profissionais está a comprometer áreas consideradas essenciais, como os registos civis e prediais, os processos de nacionalidade, a identificação civil, a constituição de empresas e outros atos administrativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A greve dos trabalhadores das Conservatórias e Lojas de Cidadão prolonga-se até sábado.</p>
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		<title>Turismo cresce fora das grandes cidades e impulsiona interior</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/04/02/turismo-cresce-fora-das-grandes-cidades-e-impulsiona-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[alojamento]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[Trás-os- Montes]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[turistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O turismo em Portugal continua a crescer, mas a grande mudança está no mapa, com os visitantes a procurar, cada vez mais, destinos longe dos grandes centros urbanos, privilegiando territórios de baixa densidade, contacto com a natureza e experiências autênticas. Um dos exemplos mais expressivos desta nova dinâmica é o concelho de Vinhais, que registou [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O turismo em Portugal continua a crescer, mas a grande mudança está no mapa, com os visitantes a procurar, cada vez mais, destinos longe dos grandes centros urbanos, privilegiando territórios de baixa densidade, contacto com a natureza e experiências autênticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos exemplos mais expressivos desta nova dinâmica é o concelho de Vinhais, que registou um aumento de cerca de 50% no número de turistas, ultrapassando os nove mil hóspedes, em 2025. Para o presidente da Câmara Municipal, Luís Fernandes, os números refletem uma mudança clara e o município tem de estar ainda mais atento, dando mais resposta. “Leva aqui também, por parte do município, tenha que haver aqui um olhar ainda mais importante para esta área, que é aquilo que temos feito, e portanto também a importância dos alojamentos locais ou outras unidades de hotelaria que sejam necessárias e que há essa possibilidade também, é importante e digamos já por parte do município toda a disponibilidade e toda a vontade também de colaborar e de ajudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento está também ligado ao aumento da oferta turística. Se em 2011 existia apenas uma unidade de alojamento local, em 2024 o número subiu para oito. Mas é possível que, em breve, existam mais. “Há abordagens, há contacto, já também uma visita que está programada através do Turismo Porto e Norte e através da CIM, também de vários investidores para que virem aqui ao concelho, verem vários locais, no sentido de haver essa possibilidade, porque percebem que também há aqui uma oportunidade, aliás tal como os números confirmam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente, entre os fatores que explicam o crescimento estão elementos que dificilmente se replicam nos grandes centros urbanos. “Tem a ver com a parte da gastronomia, com a parte da natureza, é verdade que o facto de ficarmos inseridos num Parque Natural, os próprios Caminhos de Santiago que por aqui passam, e digamos, e haver aqui, as pessoas sentirem aqui a tranquilidade, o sossego, esta paisagem única, leva a que cada vez mais haja a necessidade e as pessoas sintam vontade de vir para estes locais para terem momentos únicos de descanso verdadeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o autarca, os dados devem servir também de alerta para o poder central. “Se olharmos também para a realidade, o facto de estarmos aqui perto de Espanha, perto de ligações fundamentais, quer a nível da ferrovia, quer da rodovia, permitem que estes concelhos, como é o caso de Vinhais, tenham aqui várias oportunidades. E de certeza absoluta que o Governo também não deixará de olhar para estas potencialidades que aqui existem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prova de que o turismo está a crescer&nbsp;está, acima de tudo, no número de alojamentos turísticos que têm sido criados, na região. Em Bragança, por exemplo, em 2011 eram 11 e em 2024, segundo a Pordata, havia registo já de 56. Em Macedo de Cavaleiros o crescimento foi surpreendente, sendo que se passou de 1 para 21 alojamentos. Já em Mirandela o crescimento foi de 11 alojamentos. Em 2011 eram 5, em 2024 contavam-se 16. Em Miranda do Douro também houve crescimento. Em 2024 havia 24 alojamentos turísticos. Em 2011 eram apenas 9.&nbsp;Já Mogadouro passou de 3 para 9. No&nbsp;concelho de Torre de Moncorvo, segundo a Pordata, o número de unidades passou de 2 para 14,&nbsp;Alfândega da Fé de 2 para 5, Vila Flor de 1 para 13, Carrazeda de Ansiães de 1 para 8, Vimioso de 1 para 7 e Vinhais de 1 para 8. Em&nbsp;Freixo de Espada à Cinta, conforme a Pordata, em 2011 não havia nenhum alojamento turístico, em 2024 havia registo de seis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De 2011 para 2024, o número de alojamentos turísticos no distrito de Bragança passou de 37 para 187.</p>
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