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	<title>Arquivo de produtos de montanha - Nordeste</title>
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		<title>&#8220;Ano da Alimentação&#8221; coloca produtos de montanha no centro do debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “Ano da Alimentação” vai levar seminários dedicados à valorização dos produtos de montanha a vários pontos da região. Este é um projeto do Laboratório Associado para a Sustentabilidade e Tecnologia em Regiões de Montanha, do Instituto Politécnico de Bragança. Segundo Sandrina Heleno, investigadora deste laboratório, a ideia é colocar a alimentação no centro do [&#8230;]</p>
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<p>O “Ano da Alimentação” vai levar seminários dedicados à valorização dos produtos de montanha a vários pontos da região. Este é um projeto do Laboratório Associado para a Sustentabilidade e Tecnologia em Regiões de Montanha, do Instituto Politécnico de Bragança.</p>



<p>Segundo Sandrina Heleno, investigadora deste laboratório, a ideia é colocar a alimentação no centro do debate cientifico, económico e cultural. “Estamos a falar de produtos com identidade, que são uma forte expressão do nosso território, muito ligados ao território, mas que, muitas vezes,o seu posicionamento no mercado não é corretamente valorizado. Pretendemos, ao longo deste ano, reunir toda a cadeia no setor da alimentação, desde os produtores até à investigação, associações, municípios, inclusivamente os decisores políticos. No final destes seminários, o que é que nós pretendemos? Pretendemos ter soluções concretas, estratégias, em que seja possível definir um caminho para que estes produtos sejam ainda mais valorizados para além daquilo que já são”.</p>



<p>Os produtos transmontanos são diferenciados, mas há muito a fazer por eles. “Temos de garantir a segurança alimentar, a sua autenticidade, a sua certificação e garantir que são produtos com uma identidade própria e associá-los às regiões de montanha. O IPB e o laboratório associado em concreto já têm um historial muito forte em toda a investigação nos produtos alimentares, na sua valorização. O laboratório, ao longo dos anos, tem trabalhado muito em colaboração com produtores da região Trás-os-Montes, precisamente para valorizar este tipo de produtos, em termos do apoio à certificação, autenticidade, garantir a sua segurança alimentar, inclusivamente até no desenvolvimento de novos produtos, novos processos, porque a tradição é a base para nós conseguirmos inovar, mas sem perder a identidade dos nossos produtos”.</p>



<p>Ao longo deste ciclo, será dada particular atenção ao papel da ciência na valorização dos produtos alimentares, nomeadamente na sua caracterização, certificação, inovação de processos e desenvolvimento de novas abordagens que respeitem o saber tradicional, mas que também respondam às exigências atuais do mercado. “A nossa alimentação é a nossa expressão cultural. Quando nós conseguimos provar que os nossos produtos são autênticos e que têm identidade, evitamos fraudes alimentares, por exemplo. Evitamos que os produtos sejam adulterados. Como é que nós conseguimos fazer isso? Com ciência também. É importante explicarmos ao longo destes seminários que a ciência realmente é um fator muito importante na valorização dos nossos produtos. A ciência vai dar argumentos à tradição. Validar aquilo que a tradição já nos diz”.</p>



<p>O primeiro seminário está a decorrer hoje, em Mogadouro, sob o tema “Alimentos do Planalto: do Terroir à Gastronomia”. A iniciativa segue depois para Alfândega da Fé, dia 27 de maio, onde o foco estará na certificação e autenticidade dos produtos da Terra Quente, com destaque para a cereja e a amêndoa. Seguem-se sessões em Carrazeda de Ansiães, dia 17 de junho, com destaque para a maçã, azeite e vinho, e Montalegre, dia 23 de setembro, com foco nas carnes e enchidos, antes do encerramento em Bragança.</p>
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