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	<title>Arquivo de Miranda do Douro - Nordeste</title>
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	<title>Arquivo de Miranda do Douro - Nordeste</title>
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		<title>Monumentos transmontanos passam à próxima fase das Novas 7 Maravilhas de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A região de Trás-os-Montes está em destaque no concurso nacional das Novas 7 Maravilhas de Portugal. Há três monumentos do distrito de Bragança que passaram nas meias finais regionais do concurso, são eles: o Castelo e a Domus Muncipalis de Bragança e o Picote &#8211; Moderno Escondido, em Miranda do Douro. Os resultados desta fase [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A região de Trás-os-Montes está em destaque no concurso nacional das Novas 7 Maravilhas de Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há três monumentos do distrito de Bragança que passaram nas meias finais regionais do concurso, são eles: o Castelo e a Domus Muncipalis de Bragança e o Picote &#8211; Moderno Escondido, em Miranda do Douro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados desta fase foram conhecidos, no sábado, em Monção. Na categoria Castelos, encontra-se o Castelo de Bragança. Já na categoria História passou a Domus Muncipalis de Bragança e as Termas Romanas de Aquae Flaviae, localizadas em Chaves, distrito de Vila Real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na categoria Religião, o Santuário Sra. Da Graça, em Mondim de Basto, Vila Real, passou à fase seguinte. Na categoria XX, foram distinguidos o Parque Termal de Pedras Salgadas, em Vila Pouca de Aguiar, e o Picote &#8211; Moderno Escondido, em Miranda do Douro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na categoria Turismo destaca-se ainda a Casa de Mateus em Vila Real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A final da zona norte decorre a 8 de agosto, em Amarante. As novas 7 Maravilhas de Portugal serão apenas conhecidas a 12 de setembro, em Sintra.</p>
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		<title>Populações estão mais próximas das áreas protegidas e “orgulhosas” do património que as rodeia</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/06/01/populacoes-estao-mais-proximas-das-areas-protegidas-e-orgulhosas-do-patrimonio-que-as-rodeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:39:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[área portegida]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
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		<category><![CDATA[Parque Narural do Douro Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As populações que vivem nas áreas protegidas estão mais próximas dos territórios onde residem. A convicção é de Sandra Sarmento, diretora regional da Conservação da Natureza e Florestas do Norte. No Festival ObservArribas, que decorreu entre sexta-feira e domingo, em Miranda do Douro, a responsável destacou o papel que a cogestão e as iniciativas de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As populações que vivem nas áreas protegidas estão mais próximas dos territórios onde residem. A convicção é de Sandra Sarmento, diretora regional da Conservação da Natureza e Florestas do Norte. No Festival ObservArribas, que decorreu entre sexta-feira e domingo, em Miranda do Douro, a responsável destacou o papel que a cogestão e as iniciativas de sensibilização têm desempenhado nesta transformação. “Têm, na minha perspetiva, contribuído para melhorar esta relação e criar aqui também uma relação de confiança, uma relação de apropriação por parte das comunidades locais, daquilo que é o seu património na sua globalidade. Esta relação de proximidade, este trabalho que temos vindo a fazer, que possa contribuir para que as pessoas que aqui habitam, que aqui residem, tenham verdadeiramente orgulho em estar inseridos, em viver numa área protegida e em usufruir dessa área protegida e daquilo que ela lhe pode oferecer”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora regional reconheceu que continuam a existir desafios e conflitos associados à gestão das áreas protegidas, nomeadamente questões relacionadas com a atividade agrícola, pecuária ou com a presença de espécies selvagens. Ainda assim, disse acreditar que a perceção das comunidades tem evoluído de forma positiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao festival, que regressou este ano a Miranda do Douro, local onde nasceu, em 2017, no âmbito do projeto LIFE Rupis, a ideia é que continue a realizar-se nos diferentes concelhos que integram o Parque Natural do Douro Internacional, esclareceu Carla Lousão, da organização. “Permite aos visitantes, que nos visitam ano após ano, e tivemos oportunidade de confirmar já numa das saídas com grupos que vieram também o ano passado de Mogadouro, também explorar diferentes paisagens do Douro Internacional, diferentes culturas e os diferentes municípios e aldeias”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_0248-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-333899" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_0248-1024x768.jpg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_0248-300x225.jpg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_0248-768x576.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_0248-1536x1152.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_0248-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A componente científica voltou a marcar presença no evento. João Azevedo, docente do Instituto Politécnico de Bragança e membro da comissão científica do festival, destacou a importância de dar visibilidade a espécies menos mediáticas, mas fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas. “Geralmente, nas áreas protegidas e na conservação em geral, dá-se bastante mais destaque às espécies grandes, emblemáticas. Neste caso aqui do Douro são as aves de rapina. Mas há um conjunto de organismos e de espécies muito diversificado que têm uma importância muito grande, que nem sempre é reconhecida, que é o caso das plantas. E os outros componentes dos ecossistemas, que também são importantes, mas são geralmente muito discretos, são os polinizadores, os insetos polinizadores neste caso, que desempenham funções essenciais para o funcionamento dos ecossistemas, para a sua resiliência, mas que também estão na base de atividades económicas muito importantes, que é o caso da apicultura”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante três dias, o festival reuniu dezenas de atividades dedicadas à observação da natureza, educação ambiental, ciência e valorização das tradições locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quatro monumentos do distrito estão a votação para as Novas 7 Maravilhas de Portugal</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/29/quatro-monumentos-do-distrito-estao-a-votacao-para-as-novas-7-maravilhas-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Miranda do Douro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro monumentos do distrito de Bragança estão entre os 147 finalistas, anunciados hoje, que estão a votação para as Novas 7 Maravilhas de Portugal, cujo tema é o património construído histórico e contemporâneo. O Castelo de Bragança, na categoria ‘Castelos’, a Concatedral de Miranda do Douro, na categoria ‘Religião’, a Domus Municipalis, em Bragança, na [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quatro monumentos do distrito de Bragança estão entre os 147 finalistas, anunciados hoje, que estão a votação para as Novas 7 Maravilhas de Portugal, cujo tema é o património construído histórico e contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Castelo de Bragança, na categoria ‘Castelos’, a Concatedral de Miranda do Douro, na categoria ‘Religião’, a Domus Municipalis, em Bragança, na categoria ‘História’, e o Moderno Escondido, em Picote, no concelho de Miranda do Douro, na categoria ‘Arquitetura do século XX’, são os quatro monumentos que representam Trás-os-Montes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta edição, apresentada em março, em Lisboa, está organizada em sete categorias: Castelos, Religião, História, Grandes Obras, Arquitetura do século XX, Arquitetura do século XXI e Turismo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a organização, a esta nova edição das 7 Maravilhas de Portugal, houve mais de 650 candidaturas. O painel de especialistas reduziu a lista para 147, organizadas 21 por cada região, Norte, Centro, Grande Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês de junho vão percorrer-se algumas localidades do país para realizar meias-finais regionais e depois, em julho, finais regionais. Ficará apenas uma candidatura de cada categoria em cada região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A final nacional acontece no dia 12 de setembro.&nbsp;</p>
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		<title>Festival ObservArribas volta às origens com três dias dedicados às aves e à cultura do Douro Internacional</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/22/festival-observarribas-volta-as-origens-com-tres-dias-dedicados-as-aves-e-a-cultura-do-douro-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 08:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Festival ObservArribas]]></category>
		<category><![CDATA[Miranda do Douro]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Natural do Douro Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival ObservArribas regressa a Miranda do Douro entre 29 e 31 de maio, num retorno simbólico ao território  onde a iniciativa nasceu há nove anos, para uma celebração dos valores naturais e culturais do Parque Natural do Douro Internacional, com particular enfoque na avifauna que sobrevoa as arribas do rio.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalnordeste.com/2026/05/22/festival-observarribas-volta-as-origens-com-tres-dias-dedicados-as-aves-e-a-cultura-do-douro-internacional/">Festival ObservArribas volta às origens com três dias dedicados às aves e à cultura do Douro Internacional</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalnordeste.com">Nordeste</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Festival ObservArribas regressa a Miranda do Douro entre 29 e 31 de maio, num retorno simbólico ao território&nbsp; onde a iniciativa nasceu há nove anos, para uma celebração dos valores naturais e culturais do Parque Natural do Douro Internacional, com particular enfoque na avifauna que sobrevoa as arribas do rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ponto principal será Miranda do Douro, onde estará toda a organização, com exposições e a maior parte das atividades, mas depois teremos atividades nos restantes municípios, como Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo”, indica Carla Lousão, que integra a organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A grande novidade desta edição é a instalação de pontos fixos de observação junto às arribas, na própria cidade de Miranda do Douro. “O festival tem sempre saídas de campo para observação de aves e também passeios fotográficos. Contudo, este ano, como Miranda do Douro vamos ter três pontos de observação fixos, apenas dois deles não requerem inscrição obrigatória” explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida pretende democratizar o acesso à observação de aves, permitindo que qualquer visitante, com ou sem experiência prévia, possa identificar espécies emblemáticas como o grifo, o britango, a águia-real, a águia-de-Bonelli, a cegonha-preta ou o falcão-peregrino, que fazem deste território um dos mais ricos em biodiversidade da Península Ibérica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa arranca a 29 de maio com o Dia das Escolas, dedicado em exclusivo à comunidade educativa. Dezassete parceiros asseguram 23 atividades de carácter educativo, ambiental e cultural, dirigidas a alunos do território, com o objetivo de aproximar as novas gerações do património natural e identitário do Douro Internacional. “É muito importante, para os mais novos ficarem com a sensibilidade em termos ambientais e culturais, para criarem uma certa identidade com o território e compreenderem que vivem dentro de uma área protegida”, aponta Carla Lousão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 30 e 31 de maio, o festival abre-se a todos os públicos. O programa contempla saídas de campo para observação de aves, pontos fixos com material ótico profissional acompanhados por especialistas, passeios de barco pelas Arribas do Douro, visita a um campo de alimentação de aves necrófagas, oficina de anilhagem científica, oficinas de fotografia de natureza, oficinas infantis e mesas redondas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A componente cultural ocupa lugar de destaque, com iniciativas que cruzam tradição e território: do mirandês à cosmética natural, do ciclo da lã ao fabrico da bola doce. A maioria das atividades é de participação gratuita. As iniciativas pagas, como os passeios de barco, beneficiam de desconto para os participantes inscritos no festival.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última edições foram realizadas em Figueira de Castelo Rodrigo (2024) e&nbsp; Mogadouro (2025) e para Carla Lousão “o balanço é sempre positivo”. Sublinha que “isto não é um festival de massa, estamos a falar de um festival que tem interesses específicos, nomeadamente na observação de aves e na fotografia de natureza, e o que temos verificado nesta, que é a nossa terceira edição, é que a adesão tem vindo a aumentar. E o balanço é extremamente positivo, porque acabamos por ter um programa bastante rico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival ObservArribas, Natureza e Cultura no Douro Internacional, é organizado pela Comissão de Cogestão do Parque Natural do Douro Internacional, num trabalho conjunto das entidades que a integram e com a colaboração de uma rede alargada de parceiros locais e nacionais.</p>
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		<item>
		<title>Câmara de Miranda do Douro contesta instalação de parques eólicos no concelho</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/15/camara-de-miranda-do-douro-contesta-instalacao-de-parques-eolicos-no-concelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 08:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Engie]]></category>
		<category><![CDATA[Miranda do Douro]]></category>
		<category><![CDATA[Parques eólicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Município de Miranda do Douro está preocupado com as sessões que dizem estar a ser promovidas pela Engie sobre parques eólicos e fotovoltaicos no concelho, sem aviso prévio à autarquia. Numa publicação nas redes sociais, o executivo liderado por Helena Barril fala numa atitude de “quero, posso e mando” e compara a atuação da [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Município de Miranda do Douro está preocupado com as sessões que dizem estar a ser promovidas pela Engie sobre parques eólicos e fotovoltaicos no concelho, sem aviso prévio à autarquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa publicação nas redes sociais, o executivo liderado por Helena Barril fala numa atitude de “quero, posso e mando” e compara a atuação da empresa ao polémico processo de venda das barragens de Picote e Miranda do Douro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À Radio Brigantia e ao Jornal Nordeste a autarca lamenta que o município tenha, apenas, tido conhecimento das ações através das populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Conhecimento prévio comunicado por eles não tivemos. Agora, como vivemos aqui no território e sabemos o que vai acontecendo, soubemos dessas sessões e claro que ficámos um bocadinho tristes desta atitude por parte da Engie, mas no fundo também já não é nada que nos admire face ao histórico que temos aqui no território em relação ao negócio das barragens. Gostávamos ao menos que nos tivesse sido dada a informação prévia para que até pudéssemos nós, enquanto autarcas, estar presentes também para assimilarmos das intenções ou das boas intenções que a Engie tem.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Helena Barril, os projetos estarão previstos para a zona norte do concelho, abrangendo também áreas do concelho de Vimioso, fora da área do Parque Natural do Douro Internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de lamentar a forma como o processo está a ser conduzido, a autarca garante que o município não se opõe à instalação dos parques caso essa seja a decisão do poder central, mas defende que o território deve ser compensado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pois, nós teremos que nos conformar se for essa a decisão do Governo relativamente à criação desses parques, nós também não nos podemos opor. Claro que a instalação destes parques no território, no nosso concelho, nós vamos exigir que haja contrapartidas financeiras ou outras que sejam, mas o município também tem uma palavra a dizer nessa matéria.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação do município refere também o caso da venda das barragens pela EDP à Movhera, processo que continua em litígio judicial por causa do pagamento de impostos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autarca garante que o município continuará a lutar para que o território receba as devidas compensações financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Recusam-se neste momento porque têm capacidade financeira de andar a litigar nos tribunais. Pronto, é essa a vantagem que eles têm, esse poder económico que lhes permite isto. Nós também, dentro das nossas possibilidades, também não vamos ficar conformados. Também vamos fazer o que estiver ao nosso alcance. Portanto, há de vir um dia que os tribunais têm que tomar uma decisão em definitivo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O executivo liderado por Helena Barril garante que continuará atento ao desenvolvimento destes processos e promete defender os interesses das populações e do concelho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Miranda do Douro avança com processo de certificação da Bola Doce</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/04/09/miranda-do-douro-avanca-com-processo-de-certificacao-da-bola-doce-mirandesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Bola Doce Mirandesa]]></category>
		<category><![CDATA[certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Miranda do Douro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Miranda do Douro já avançou com o processo de certificação da Bola Doce Mirandesa. Durante a Feira da Bola Doce e dos Produtos da Terra, que decorreu em Miranda do Douro, entre os dias 2 e 4 de abril, o vice-presidente do município, Nuno Rodrigues, já tinha avançado com a informação, em [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalnordeste.com/2026/04/09/miranda-do-douro-avanca-com-processo-de-certificacao-da-bola-doce-mirandesa/">Miranda do Douro avança com processo de certificação da Bola Doce</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalnordeste.com">Nordeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O município de Miranda do Douro já avançou com o processo de certificação da Bola Doce Mirandesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a Feira da Bola Doce e dos Produtos da Terra, que decorreu em Miranda do Douro, entre os dias 2 e 4 de abril, o vice-presidente do município, Nuno Rodrigues, já tinha avançado com a informação, em declarações à rádio Brigantia e ao Jornal Nordeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi numa sessão de esclarecimentos, que aconteceu no primeiro dia da abertura do certame, dedicada à certificação deste produto emblemático da Terra de Miranda, que a o processo ganhou impulso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A certificação da Bola Doce Mirandesa enquadra-se numa estratégia mais&nbsp; ampla de valorização dos produtos mirandeses”, começa por explicar a presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, Helena Barril. “A certificação agrega valor económico, permitindo que produtos certificados alcancem um preço superior, aumentando a&nbsp; rentabilidade dos produtores locais e contribuindo para a sustentabilidade&nbsp; das suas atividades. Ao mesmo tempo, impulsiona o desenvolvimento&nbsp; regional, uma vez que atrai turismo gastronómico, cria emprego e&nbsp; incentiva a permanência das populações no meio rural”, explica a autarca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Helena Barril reforça que esta certificação poderá trazer mais-valias, como “realçar as&nbsp; características únicas deste doce tradicional e garantir que a sua&nbsp; produção seja reconhecida como parte integrante do nosso património,&nbsp; prevenindo a usurpação do nome e da sua reputação”, aponta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo está a ser desenvolvido pela associação Qualifica / Origin&nbsp; Portugal, que tem como missão valorizar, qualificar e promover os produtos&nbsp; tradicionais portugueses. Neste momento, “o trabalho de identificação das características&nbsp; da Bola Doce Mirandesa já se encontra concluído, assim como as&nbsp; especificidades do caderno de encargos”. Posteriormente, será iniciado o período de oposição, para que “quaisquer interessados se possam manifestar ou&nbsp; apresentar eventuais objeções. Concluída essa fase, o processo avançará para&nbsp; a certificação propriamente dita”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bola Doce Mirandesa é um doce tradicional muito apreciado, sobretudo&nbsp; na época da Páscoa, é composta por várias camadas de massa fina intercaladas com açúcar e canela. Anualmente, atrai centenas de visitantes ao território para conhecer e degustar este doce. Exemplo disso foram os 20 mil visitantes que passaram pela última edição da Feira da Bola Doce e dos Produtos da Terra, segundo dados avançados pelo município.</p>
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		<title>Reativação da Linha do Sabor “não é do domínio da utopia”</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/03/24/reativacao-da-linha-do-sabor-nao-e-do-dominio-da-utopia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 11:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito de Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Linha do Douro]]></category>
		<category><![CDATA[Linha do Sabor]]></category>
		<category><![CDATA[Miranda do Douro]]></category>
		<category><![CDATA[Pocinho]]></category>
		<category><![CDATA[Torre de Moncorvo]]></category>
		<category><![CDATA[Via Estreita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coordenador da Via Estreita, Daniel Conde, considera que reativação seria fundamental, já que não há caminho de ferro no distrito e há cada vez mais urgência em soluções além do transporte rodoviário</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ainda será possível reabrir a linha ferroviária do Sabor, que ligava a Estação do Pocinho, na Linha do Douro, à Estação de Duas Igrejas, no concelho de Miranda do Douro. A convicção é de Daniel Conde, coordenador do movimento cívico Via Estreita. “Um cenário de reabertura da Linha do Sabor não é do domínio da utopia”, começou por afirmar o ativista, que recordou que “já houve estudos do Estado, recentes, que não foram aprofundados” e que há, também, o estudo do próprio, que já tem 10 anos e que mostra a viabilidade da reabertura desta linha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da “vontade” que existe na reabertura da Linha do Sabor, Daniel Conde também considera que esta é uma solução urgente. “Há uma necessidade neste mundo em que vivemos, com esta premência dos combustíveis fósseis, da nossa completa dependência aqui na região do transporte rodoviário. Não temos ferrovia alguma no nosso território”, rematou o coordenador da Via Estreita, num debate sobre o tema, em Torre de Moncorvo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Linha do Sabor começou a ser planeada em 1877, mas o seu primeiro troço, entre o Pocinho e Carviçais, no concelho de Torre de Moncorvo, só foi inaugurado em 1911. A linha ficou concluída em 1938, com a chegada a Miranda do Douro. Encerrou cinco décadas depois, em 1988.<br>A linha foi, entretanto, convertida em Ecopista do Sabor, uma infraestrutura destinada ao recreio e ao desporto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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