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	<title>Arquivo de CIM-TTM - Nordeste</title>
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	<title>Arquivo de CIM-TTM - Nordeste</title>
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		<title>Presidente da CIM-TTM acusa PS de falta de coerência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[CIM-TTM]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Puebla de Sanabria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes, Pedro Lima, acusa o Partido socialista de falta de coerência. Em causa está a exigência do PS ao governo para garantir o financiamento da estrada Bragança &#8211; Puebla de Sanabria. Para o também autarca de Vila Flor este posicionamento do PS, não faz sentido e justifica [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes, Pedro Lima, acusa o Partido socialista de falta de coerência. Em causa está a exigência do PS ao governo para garantir o financiamento da estrada Bragança &#8211; Puebla de Sanabria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o também autarca de Vila Flor este posicionamento do PS, não faz sentido e justifica que durante o periodo em que os socialistas tiveram maioria absoluta no governo, esta estrada não foi prioridade. “no período de 17 a 21, em que o Partido Socialista tinha 7 câmaras municipais dentro da sub-região transmontana, não foi elencada a Puebla de Sanabria como prioridade e tinham um governo com maioria absoluta. Portanto, nós não podemos ter amnésia na política e, de repente, ver pessoas, que estiveram sentadas, tomaram essa decisão e agora clamam por uma ligação que não foi colocada na prioridade de 17 a 21”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedro Lima reconhece que, até há bem pouco tempo, a obra contava com o financiamento do PRR, e que, devido, às&nbsp; “forças de bloqueio” ainda não se tenha concretizado. Ainda assim, dá a entender que, neste momento, para a CIM-TTM, as prioridades são as ligações de Vinhais e Vimioso. “As prioridades para a rede viária foram fixadas no mandato 17-21 e não foram fixadas com a forma como estão a ser elencadas agora pelo Partido Socialista. Preocupa muito as ligações dentro do nosso território, em primeiro lugar. Não é possível que nós continuamos a ter concelhos como Vinhais e Vimioso que estão muito isolados e que não estão muito distantes. E há, sem dúvida, soluções de engenharia para os colocar mais próximos. Nós primeiro temos que contribuir para essa coesão, falta-nos orçamentos, temos que ter esses fundos cativos aqui na nossa comunidade intermunicipal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Declarações de Pedro Lima à margem do Fórum Económico Zamora- Trás-os Montes, que decorreu dia 2 em Bragança. Em que um dos principais desafios apontados foi a falta de infraestruturas capazes facilitar as relações económicas transfronteiriças.</p>
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		<title>Trás-os-Montes acima da média na execução de fundos, mas enfrenta entraves no terreno</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/04/21/tras-os-montes-acima-da-media-na-execucao-de-fundos-mas-enfrenta-entraves-no-terreno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 08:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[CIM-TTM]]></category>
		<category><![CDATA[NORTE2030]]></category>
		<category><![CDATA[Trás-os-montes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) e o NORTE2030 reuniram esta, segunda-feira, para alinhar prioridades estratégicas e identificar desafios territoriais. Na primeira reunião de trabalho, com a nova composição da CCDR-N, que tomou posse em fevereiro deste ano, com a presidência a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) e o NORTE2030 reuniram esta, segunda-feira, para alinhar prioridades estratégicas e identificar desafios territoriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira reunião de trabalho, com a nova composição da CCDR-N, que tomou posse em fevereiro deste ano, com a presidência a ser liderada por Álvaro Santos, foi analisado o ponto da situação da taxa de execução do NORTE2030 na região transmontana. “Estamos acima da média a nível de região Norte, segundo aquilo que nos contabilizaram, com bastante esforço, porque evidentemente temos competição entre fundos, o que está a fazer com que os preços empolem, ou seja, os empreiteiros começam a deixar muitos concursos desertos, e portanto há uma dificuldade em contratação e na subsequente execução também dos fundos”, disse o presidente da CIM-TTM, Pedro Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O também autarca de Vila Flor não revelou as obras que se encontram em atraso, mas frisou que poderia “elencar imensas”. Avançou que há “muitas que realmente que caem nesse crivo de não haver empreiteiros interessados porque há uma competição entre fundos comunitários e os empreiteiros podem dar-se ao luxo de concorrer àquelas que se calhar vão ter maior benefício”, partilhou. Reforçou ainda que esse “é um problema que Portugal está a enfrentar, mas tal e qual como eu disse, com este conhecimento, com esta proximidade, podemos, o que interessa na realidade é que as obras sejam executadas e que tenham qualidade para a população. E se conseguirmos realmente separar o trigo do joio, vamos conseguir sem dúvida melhorar a qualidade de vida dos nossos municípios”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Trás-os-Montes, Pedro Lima apontou que a dotação orçamental é “pequena”. “São 120 milhões de euros para todo o percurso deste fundo comunitário que é o 2030”. Salientou ainda que “para quem recebe é sempre pouco, mas para quem dá se calhar é demasiado. Para ara nós será sempre esse o sentimento que fica, porque correspondemos a 26% do território da região Norte, portanto somos muito significativos, temos aqui a geração onde se faz energia em Portugal, mais de 50% da energia produzida em Portugal é produzida nesta região de Transmontana e portanto também foi uma oportunidade para veicular estes nossos pensamentos, que já vêm de há muito tempo, com uma nova presidência da CCDR-N”, revelou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da CCDR-N, Álvaro Santos, salientou o trabalho desenvolvido pela comunidade intermunicipal transmontana. “Tem feito um esforço muito significativo, mas também o que viemos apelar foi para continuar com este ritmo, para os próximos tempos e em particular para este ano, porque isso é absolutamente crucial”, afirmou, recordando que “neste momento, estamos com uma taxa de execução ainda relativamente baixa, 12%, de aprovação 52%, mas de compromisso já com 76%” o que que dizer que “neste período de programação, que termina em 2030, já não vamos conseguir alterar muitas regras”, mas garantiu que “aquelas que estiverem ao nosso alcance vamos alterar com certeza para poder satisfazer a boa performance que a CIM-TTM tem apresentado”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta iniciativa da CCDR-N integra um conjunto de encontros promovidos durante os meses de abril e maio, com o objetivo de reforçar a articulação estratégica, a cooperação territorial e a governação partilhada com os territórios da Região Norte.</p>
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		<title>CIM-TTM avança com realização de Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[CIM-TTM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está prevista para o último trimestre de 2026 e surge como um dos principais projetos culturais da região.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM) vai avançar, este ano, com a Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes, um projeto cultural que, pela primeira vez, envolve os nove municípios do território, assumindo uma dimensão intermunicipal e estratégica, segundo esclareceu em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes está prevista para o último trimestre de 2026 e surge como um dos principais projetos culturais da região, “consolidando uma estratégia que pretende afirmar o território como um espaço criativo, dinâmico e com capacidade de projeção além-fronteiras”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a CIM-TTM, esta bienal representa a evolução de um projeto iniciado há cerca de quatro anos, que “ganha agora maior escala e uma nova ambição”, assumindo a cultura como motor de desenvolvimento económico e social, além de instrumento de promoção e valorização do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento contará com a colaboração de várias instituições culturais e académicas de referência, nomeadamente a Sociedade Nacional de Belas Artes, a Fundação Bienal de Cerveira, o Laboratório de Artes na Montanha – Graça Morais e o Museu do Douro. A direção artística estará a cargo de Inês Falcão, reforçando a dimensão colaborativa e o alcance nacional e internacional da iniciativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa inclui exposições, residências artísticas, iniciativas educativas e ações de mediação cultural, com o objetivo de envolver as comunidades locais e fomentar a criação de novos públicos. A aposta passa por uma lógica de proximidade e inclusão, promovendo o contacto direto entre artistas e território.</p>
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