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	<title>Arquivo de certame - Nordeste</title>
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	<title>Arquivo de certame - Nordeste</title>
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		<title>Barragem da Alamela avança em Santulhão e promete reduzir dependência da chuva na agricultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção da Barragem da Alamela, em Santulhão, no concelho de Vimioso, deu mais um passo em frente e é encarada como uma infraestrutura decisiva para o futuro da agricultura local. O projeto, integrado no Aproveitamento Hidroagrícola de Santulhão, encontra-se atualmente na fase de prospeções e estudos de solo, esclarece o presidente da junta, Adrião [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A construção da Barragem da Alamela, em Santulhão, no concelho de Vimioso, deu mais um passo em frente e é encarada como uma infraestrutura decisiva para o futuro da agricultura local. O projeto, integrado no Aproveitamento Hidroagrícola de Santulhão, encontra-se atualmente na fase de prospeções e estudos de solo, esclarece o presidente da junta, Adrião Rodrigues. “É um investimento de 6 milhões de euros. Estamos agora a iniciar a obra, estamos agora a fazer prospeções de solo e penso que em 2028 teremos o primeiro sistema de rega aqui na nossa aldeia. Podemos beneficiar quase todos os agricultores porque a parte de rega abrange 100 hectares. É muito bom para o início da rega da nossa aldeia. Agora o financiamento é em tranches. Neste momento nós estamos a fazer prospeções, foi um investimento já de 300 mil euros para pagarmos as prospeções das sondagens. E agora a continuação depende muito do Estado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À margem da IV Feira do Azeite e da Oliveira Santulhana, o presidente da Junta de Freguesia de Santulhão frisou que enquanto o regadio não chega, os produtores continuam dependentes da chuva. A floração da oliveira decorre atualmente em boas condições e as expectativas para a campanha são positivas, embora tudo dependa do comportamento do verão. “Este ano está a ser um ano bom, está agora a floração a ocorrer e está a ser um ano ótimo de floração. Vamos ver agora o verão, a nível de temperaturas, ver se a azeitona faz bem a limpa. Durante o verão era preciso, de vez em quando, haver humidade e alguma chuva para que a azeitona se mantenha porque todo o solar de santulhana é de sequeiro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do cenário, nem tudo são más notícias. A expansão da Oliveira Santulhana continua a verificar-se não apenas em Santulhão, mas também noutros concelhos da região. “Neste momento, na nossa aldeia já temos 7 marcas registadas que fazem por todo o mundo vendas da oliveira santulhana. A nossa cultura está sempre em aumento, ou seja, a oliveira santulhana cada vez está a ocupar mais espaço no nosso território, tanto na nossa aldeia como também nos outros concelhos, estando representada em quatro, Vimioso, Mogadouro, Bragança e também em Macedo de Cavaleiros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os produtores presentes na feira esteve José Lopes, natural de Santulhão. Apesar de possuir poucos hectares de olival, compra azeitona a agricultores locais para produzir azeite a partir da variedade santulhana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, há dificuldades que ameaçam a continuidade desta produção tradicional, sobretudo os custos da mão de obra. “A mão de obra é cada vez está mais cara. Por exemplo, no principal azeite que eu uso, que tem origem na azeitona santulhana, as oliveiras são centenárias porque os novos olivais já são de outras variedades mais produtivas. Então, a oliveira centenária tem de ser apanhada à mão e para ser apanhada à mão o custo de mão de obra torna-se incompatível, de maneira que mais dia menos dia isto vai desaparecer”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A IV Feira do Azeite e da Oliveira Santulhana decorreu durante o fim de semana em Santulhão.</p>
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		<title>Cebolo gera &#8220;35 a 40 mil euros&#8221; de retorno em Alfaião</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Alfaião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cebolo de Alfaião, no concelho de Bragança, continua a afirmar-se como um produto de grande reputação. Os produtores da aldeia dizem que a diferença está na qualidade do produto e na forma tradicional como continua a ser cultivado. Clientes não têm faltado aos agricultores, que, por esta altura, não têm mãos a medir, em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O cebolo de Alfaião, no concelho de Bragança, continua a afirmar-se como um produto de grande reputação. Os produtores da aldeia dizem que a diferença está na qualidade do produto e na forma tradicional como continua a ser cultivado. Clientes não têm faltado aos agricultores, que, por esta altura, não têm mãos a medir, em termos de negócio. “Não sei se é do preparo que a gente faz, se é do terreno, mas quem leva o cebolo daqui fica sempre contente”, disse Domicília Pereira. “Há muita gente à procura. Tenho clientes que vêm à minha casa há mais de 30 anos”, rematou ainda.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9522-1-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-333479" style="width:840px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9522-1-1-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9522-1-1-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9522-1-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9522-1-1-1536x2048.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9522-1-1-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Também Luís Carlos, outro produtor presente no certame, falou do cebolo como uma tradição familiar profundamente enraizada. No seu caso, a produção continua nas mãos da avó, de 82 anos, embora as gerações mais novas já estejam envolvidas no cultivo. “Isto faz-se além do negócio, faz-se por amor”, explicou. “Aprendemos a semear e a cultivar o cebolo desde pequenos”, afirmou ainda.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9519-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-333480" style="width:840px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9519-1-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9519-1-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9519-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9519-1-1536x2048.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_9519-1-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A 10.ª Feira do Cebolo de Alfaião voltou a afirmar-se, no sábado, como um importante motor económico para a aldeia, gerando milhares de euros de retorno para os produtores locais, explicou o presidente da Junta de Freguesia, Luís Carvalho. “É um rendimento extra que entra em casa das pessoas, são entre os 35 e os 40 mil euros ao longo da campanha”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da componente agrícola, a 10.ª Feira do Cebolo contou também com venda de artesanato, produtos regionais e vários momentos de animação cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS NA EDIÇÃO IMPRESSA DESTA SEMANA, QUE ESTÁ NAS BANCAS TERÇA-FEIRA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Festa da Cereja&#038;Co acontece de 5 a 7 de junho e conta com 120 expositores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 23:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Alfândega da Fé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 5 a 7 de junho, Alfândega da Fé recebe a Festa da Cereja&#38;Co, com centenas de expositores, animação musical e a cereja como grande protagonista. Com mais de 30 anos de história, o evento continua a crescer e este ano contará com 120 expositores, revelou o presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">De 5 a 7 de junho, Alfândega da Fé recebe a Festa da Cereja&amp;Co, com centenas de expositores, animação musical e a cereja como grande protagonista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 30 anos de história, o evento continua a crescer e este ano contará com 120 expositores, revelou o presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, Eduardo Tavares. “É um investimento de cerca de 300 mil euros, mas é um investimento que efetivamente fica no território”, sublinhou o autarca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Eduardo Tavares, a festa gera “muita dinâmica económica” não apenas durante os três dias do certame, mas também ao longo do ano, através dos “contactos comerciais” e da “promoção do território”. Nos últimos anos, a feira “tem batido recordes de venda de cereja”, atingindo cerca de 25 toneladas comercializadas. “Este ano, felizmente, vamos ter muita e boa cereja e promete batermos esse recorde”, afirmou ainda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da autarquia destacou também a recente conquista da proteção nacional da Cereja de Alfândega da Fé, um passo importante no processo de valorização do produto e na futura obtenção da certificação europeia IGP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da componente agrícola e económica, a Festa da Cereja&amp;Co continua a afirmar-se como um dos principais motores turísticos da região. Telmo Mesquita, presidente da Associação dos Comerciantes de Alfândega da Fé, garante que a procura já se faz sentir na hotelaria e restauração. “Pelos indicadores que já tenho dos nossos associados, a hotelaria está completamente esgotada neste momento”, revelou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cartaz musical da edição deste ano inclui Carolina Deslandes no dia 5 de junho, Ivandro e Kura no dia 6 e Zé Amaro no encerramento, a 7 de junho.</p>
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		<title>38ª Feira do Artesanato de Bragança abriu portas com 70 artesãos</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/04/29/38a-feira-do-artesanato-de-braganca-abriu-portas-com-70-artesaos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[artesão]]></category>
		<category><![CDATA[cantarinhas]]></category>
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		<category><![CDATA[feira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trigésima oitava edição da Feira do Artesanato de Bragança abriu portas ontem. Na Praça Camões, perto de 70 artesãos, vindos de toda a região e de vários pontos do país, rumaram a Bragança expor aquilo que de melhor sabem fazer. Anabela Anjos da Associação Industrial, Comercial e Serviços de Bragança destacou que o interesse [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A trigésima oitava edição da Feira do Artesanato de Bragança abriu portas ontem. Na Praça Camões, perto de 70 artesãos, vindos de toda a região e de vários pontos do país, rumaram a Bragança expor aquilo que de melhor sabem fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anabela Anjos da Associação Industrial, Comercial e Serviços de Bragança destacou que o interesse dos artesãos têm vindo a aumentar anualmente. “Temos um vasto leque de expositores que trabalham ao vivo, alguns deles até vão fazer workshops. Portanto, antevejo que seja uma feira boa. Agora precisamos da ajuda de São Pedro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também a presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira, mostrou satisfação com a adesão dos comerciantes e sublinhou a importância do evento na promoção do concelho e da região. “É com muita satisfação que vejo isso, inclusivamente muitos feirantes que vêm pela primeira vez, muitos da zona centro, da região norte também, do concelho, do distrito, e isto é muito importante porque também é uma oportunidade de depois estes artesãos, quando regressarem às suas terras, falarem da sua experiência aqui em Bragança, não só do negócio que aqui fizeram, mas também daquilo que tiveram oportunidade de visitar e de conhecer”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autarca disse ainda que o município nunca equacionou passar a realizar esta feira e a Feira das Cantarinhas no campo do Trinta. “A Feira das Cantarinhas é uma feira que faz sentido no coração da cidade. Não a vamos tirar daqui, vamos até alargar a ocupação do espaço no centro, por exemplo, na Avenida do João da Cruz, que vamos utilizar os dois sentidos. A Feira das Cantarinhas não vai para o Campo do 30. O Campo do 30 é para outros eventos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Trigésima oitava Feira do Artesanato de Bragança abriu portas ontem e realiza-se até dia 3 de maio. Já a Feira das Cantarinhas decorre de 1 a 3 de Maio. Ao todo serão perto de 400 expositores em várias zonas da cidade. O trânsito estará por isso condicionado aos carros durante estes dias.&nbsp;</p>
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		<title>Pão ganha destaque em feira na localidade de Caçarelhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 07:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Caçarelhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aldeia de Caçarelhos, no concelho de Vimioso, abriu portas a mais uma edição da Feira do Pão. Para os cerca de 30 expositores, essencialmente de Vimioso e de Bragança, o certame é uma boa forma de divulgar o que produzem e de escoar o que a terra dá. “O Bilhó é uma tarte à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A aldeia de Caçarelhos, no concelho de Vimioso, abriu portas a mais uma edição da Feira do Pão. Para os cerca de 30 expositores, essencialmente de Vimioso e de Bragança, o certame é uma boa forma de divulgar o que produzem e de escoar o que a terra dá. “O Bilhó é uma tarte à base de castanha, que não é muito doce, é muito cremosa. Já tem algum reconhecimento, especialmente em Bragança”, disse Virgínia Choupina, a responsável pela criação do Bilhó, um doce que já foi conquistou dois primeiros prémios em concursos de doçaria. “É a primeira vez que venho a esta feira. Decidi vir porque para esta zona ainda nunca tinha vindo e achei que seria bom dar a conhecer o Bilhó nos concelhos vizinhos”, referiu.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656918942_1391021779714122_2808128093311131747_n-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-273394" style="width:840px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656918942_1391021779714122_2808128093311131747_n-1-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656918942_1391021779714122_2808128093311131747_n-1-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656918942_1391021779714122_2808128093311131747_n-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656918942_1391021779714122_2808128093311131747_n-1.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Tudo o que vendo é feito por mim. São, essencialmente produtos tradicionais e regionais locais, assim como alguns produtos que são receitas minhas de biscoitos e bolachinhas com sabores a produtos também da nossa região, como é o caso do mel. Eu costumo vir porque me dedico, nos tempos livres, a fazer este tipo de produtos e venho porque é uma feira boa e vende-se bem”, rematou Maria João, do concelho de Vimioso.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/657276769_1391021849714115_3513364797267185282_n-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-273395" style="width:838px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/657276769_1391021849714115_3513364797267185282_n-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/657276769_1391021849714115_3513364797267185282_n-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/657276769_1391021849714115_3513364797267185282_n-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/657276769_1391021849714115_3513364797267185282_n.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Teresa Pinto, da Junqueira, no concelho de Vimioso, que, com 73 anos, continua a fazer pão e doces, em forno de lenha, e também costuma participar na feira. Fá-lo, acima de tudo, por distração, para “sair de casa e conviver” e para “vender o excedente da horta”. “Aqui sinto-me bem, esqueço os problemas… e ainda aproveito para vender o que sobra da horta”, explicou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656261169_1391021499714150_1019015673554184321_n-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-273396" style="width:817px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656261169_1391021499714150_1019015673554184321_n-1-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656261169_1391021499714150_1019015673554184321_n-1-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656261169_1391021499714150_1019015673554184321_n-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/03/656261169_1391021499714150_1019015673554184321_n-1.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Rute Veiga, da Junta de Freguesia de Caçarelhos, destaca que a feira atrai dezenas de pessoas à aldeia e, por isso, são dias de muita dinâmica para a localidade. “Vem muita gente até aqui, até porque temos muitos gaiteiros. Gente da aldeia, de outros concelhos limítrofes mas também espanhóis”, vincou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da exposição e venda de produtos, a feira contou com a Caminhada da Primavera, o II desfile de Folclore, o VII Festival da Gaita de Foles e ainda lutas de touros mirandeses.</p>
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