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	<title>Arquivo de caretos - Nordeste</title>
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		<title>15 participantes de quatro países estiveram em Bragança para aprender a construir máscaras tradicionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 07:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Bragança recebeu, durante uma semana, uma ação de formação prática dedicada à construção de máscaras tradicionais, no âmbito do projeto europeu “MASKS – Descobrir as artes e os saberes por detrás das Máscaras”. A iniciativa reuniu 15 participantes de Portugal, Espanha, Itália e Roménia, que estiveram na região para conhecer técnicas artesanais ligadas às máscaras, aos trajes e à identidade cultural associada às festas de inverno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto Erasmus+ junta 12 entidades de quatro países e conta, em Portugal, com a participação do CEARTE – Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património, da Academia Ibérica da Máscara e do Brigantia EcoPark, entidades ligadas ao território de Bragança e com intervenção nesta área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação realizada na região surgiu precisamente pela forte ligação de Bragança e do distrito à tradição das máscaras e dos mascarados. Segundo Sandra Moreira, do CEARTE, a escolha da cidade transmontana esteve relacionada com o contexto cultural existente, nomeadamente a presença de artesãos, do Museu Ibérico da Máscara e do Traje e de comunidades onde esta tradição continua viva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Coimbra, onde está a sede do CEARTE, não tem propriamente uma tradição de máscaras com a expressão que existe aqui na região de Bragança e Macedo de Cavaleiros. Fazia todo o sentido realizar esta formação aqui, porque existe todo um contexto relacionado com as máscaras”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes foram selecionados entre centenas de pessoas que frequentaram a componente online do projeto. A mobilidade internacional tinha como objetivo proporcionar uma experiência prática e permitir o contacto direto com os processos de criação artesanal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a semana, os formandos aprenderam a construir máscaras em diferentes materiais, incluindo madeira e chapa de metal, tendo também contacto com a confeção dos trajes dos caretos e com técnicas de tecelagem. No Instituto Politécnico de Bragança, realizaram uma formação dedicada às máscaras em latão, onde cada participante criou a sua própria peça, desde a preparação do material até à pintura final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para António Tiza, professor, investigador e presidente da Academia Ibérica da Máscara e do Traje, o objetivo principal não era apenas formar novos artesãos, mas proporcionar uma experiência que permitisse valorizar este património cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O objetivo era que as pessoas pudessem experienciar e valorizar este património. Não vão sair daqui tecelões ou artesãos especializados, mas adquirem o gosto e o interesse por estas áreas”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O responsável destaca que as tradições ligadas às máscaras têm atravessado um processo de revitalização, sobretudo no Nordeste Transmontano e em regiões próximas de Espanha. “Há um processo de recuperação das festividades com máscaras e, a par disso, estão a surgir muitos jovens interessados em construir máscaras para si próprios e para as suas localidades”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação integra um projeto mais amplo que pretende criar um novo percurso de aprendizagem na área da construção de máscaras tradicionais, cruzando conhecimentos ancestrais com novas tecnologias, como a impressão 3D e a CNC. A iniciativa prevê ainda a criação de oportunidades de empreendedorismo ligadas ao artesanato, ao turismo e à valorização do património cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhos desenvolvidos pelos participantes irão integrar uma exposição final prevista no âmbito do projeto, que será apresentada em Portugal e Itália, juntamente com outras máscaras representativas dos principais centros produtores europeus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os parceiros envolvidos, a passagem do projeto por Bragança abriu também portas para futuras colaborações. Sandra Moreira terminou dizendo que a iniciativa permitiu criar novas ligações entre instituições e o território, podendo dar origem a novas ações de formação na região.</p>
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