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	<title>Arquivo de acolhimento - Nordeste</title>
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		<title>Número de famílias de acolhimento continua insuficiente na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp; região “precisa de famílias de acolhimento”, alertou a&nbsp; coordenadora de modelo integrado de acolhimento familiar do ProChild Collab, Helena Granjaia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora falava durante o Primeiro Encontro de Acolhimento Familiar do Nordeste Transmontano, que decorreu em Macedo de Cavaleiros, onde sublinhou a falta de respostas existentes no distrito e a necessidade de garantir que mais crianças possam crescer num ambiente familiar. “É muito importante que esta iniciativa se realize aqui em Macedo de Cavaleiros, onde temos uma instituição de enquadramento, para dar a conhecer que existe uma equipa capacitada para formar, avaliar e acompanhar famílias de acolhimento. A região precisa de famílias de acolhimento que possam receber crianças daqui, que necessitam, durante o período em que não podem estar com a família de origem, de crescer num ambiente familiar, com amor, dedicação e cuidados individualizados essenciais ao seu desenvolvimento”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na região existem, atualmente, cerca de oito famílias que integram os programas de acolhimento. A nível nacional, existem mais de 500 familias. Ainda assim, “não são suficientes.&#8221;. “Desde finais de 2019 já fizemos um bom progresso, efetivamente. Mas há ainda uma grande diversidade em termos do número de famílias de região para região. Em particular nesta região sabemos que o número de famílias ainda não é suficiente&#8221;, disse Helena Granjais, apelando se informem ao contactar a equipa de acolhimento do Centro Social Nossa Senhora de Fátima, por exemplo, para uma ação informativa que não é vinculativa.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora reiterou ainda que ser família de acolhimento “não é um processo automático”, envolvendo várias avaliações por se tratar de uma responsabilidade exigente, bem como formação e acompanhamento contínuo por parte das entidades competentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É precisamente neste acompanhamento que ganha centralidade uma das principais questões associadas ao acolhimento familiar; o vínculo criado entre a criança e a família de acolhimento e o receio da separação no final do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre este tema, a diretora do Núcleo de Acolhimento Familiar da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Patrícia Bacelar, explicou que este receio está no top 3 das preocupações de quem pondera integrar estes programas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas Patrícia recordou que a base das relações humanas é o vínculo. “O que queremos promover é que as crianças tenham vínculos saudáveis para se transformarem em adultos saudáveis. Não há que temer, porque a despedida é trabalhada e acompanhada, tal como um processo de luto”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsável explicou que as famílias de acolhimento também recebem apoio nesse processo de separação, garantindo que a transição da criança é acompanhada e que os laços significativos podem ser trabalhados de forma saudável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsável acrescentou que o vínculo criado entre a criança e a família de acolhimento pode, em muitos casos, manter-se após a saída, tanto no caso de regressar à família de origem como em situações de adoção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A este respeito, explicou que a legislação mais recente reforça a “prevalência das relações significativas”, permitindo que estas ligações possam ser preservadas sempre que isso seja considerado no interesse da criança. “Em alguns casos, se houver adotabilidade, a família de acolhimento pode manifestar interesse em adotar, mas terá sempre de passar por todo o processo legal de avaliação”, concluiu.</p>
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